Mercado Municipal de Curitiba: gastronomia, artesanato, lojinhas e muita história

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Mercado Municipal de Curitiba: gastronomia, artesanato, lojinhas e muita história

Fundado em 1958, é um dos principais pontos turísticos da capital para quem procura queijos, vinhos, especiarias, carnes exóticas, artesanato e produtos orientais, em um ambiente intimista

Para quem curte aproveitar a viagem para fazer compras gastronômicas, o Mercado Municipal de Curitiba é parada obrigatória. Por semana, passam por lá mais de 60 mil pessoas! E detalhe: a maioria sai satisfeita. A partir das boas avaliações dos turistas, o site TripAdvisor premiou o Mercado com o “Certificado de Excelência 2014”, na categoria compras. Vale a pena conferir!

Queijos e vinhos. Temperos, especiarias, ervas medicinais e conservas. Pescados, carnes exóticas e embutidos. A lista de produtos frescos e exclusivos é enorme! Além disso, o Mercado tem um Setor de Orgânicos que não só oferece alimentos, mas também cosméticos e roupas, tudo com certificação de produção orgânica.

Quer artesanato? Tem. Uma tabacaria? Também tem. E um café ou um restaurante para relaxar? Claro que tem. Tem até uma barbearia tradicional, onde você pode conversar com um simpático senhor japonês que trabalha no local há décadas – e poderia escrever um livro com as histórias que viveu ali. Aliás, o Mercado sempre ofereceu muitos produtos de tradição oriental.

São quase 200 estabelecimentos comerciais, muitos deles administrados desde o início pelas mesmas famílias, o que dá um ar intimista e acolhedor para os inúmeros corredores que compõem os dois andares do prédio. Mas, calma! É fácil se achar, ainda mais levando esse mapa completinho.

Senta que lá vem história!

 

O atual prédio foi inaugurado em 1958, mas o conceito de mercado público existe há muito tempo em Curitiba. Em 1820, eram casinhas próximas à Catedral, na altura da Rua Saldanha Marinho, que faziam o papel. Em 1860, nasceu a primeira sede, na Praça Zacarias.

Em 1874, outra sede foi construída onde hoje é a Praça Generoso Marques – a construção acabou demolida em 1914 para dar lugar ao Paço Municipal. Aí, então, o Mercado se mudou para o Batel, onde ficou apenas um ano, em uma estrutura que também decidiram demolir.

Depois de 21 anos sem o seu “mercadão”, Curitiba começa a tirar do papel o plano do urbanista Alfred Agache de construir o Mercado novamente. Com o projeto do engenheiro Saul Raiz, as obras começam em 1956 e são concluídas dois anos depois, já na Avenida Sete de Setembro, 1865, endereço de hoje.

Quer um ponto de referência? Fácil: fica exatamente em frente ao Condor Hotel! É só atravessar a rua e aproveitar.